Decreto

O Papa Bento XIV, na Carta Sollicitudini, de 1745, essa necessidade se dá quando o exorcista possui uma certeza moral de que o exorcizando esteja realmente atormentado pelo demônio.

 

Essa certeza moral é atingida quando se emprega todos os meios prudenciais para certificar-se de que não se trata de algum fenômeno de ordem puramente natural.

 

O exorcismo solene, tal como está previsto no Ritual de Exorcismos, só pode ser realizado por um sacerdote e com a devida licença do Bispo diocesano, que pode concedê-la, como indica o Código de Direito Canônico.

 

Diante dessa necessidade por meio do decreto   Dom Paulo Jackson nomeia  o Pe. Júnior, senda assim ele o primeiro padre exorcista da Diocese de Garanhuns.

 

O Padre Júnior, veio  preparando–se, participando de cursos de formação para exorcista, o mesmo participou na Arquidiocese do Rio de Janeiro, assessorado por Dom Orani João Tempesta que é um monge cisterciense e cardeal brasileiro, bispo do Rio de Janeiro.



Esse curso é promovido a cada ano pela Arquidiocese, e os assessores são membros da associação internacional de exorcistas que está ligada a congregação para o clero em Roma. Na ocasião participaram mais de 60 sacerdotes exorcista do Brasil inteiro.

 
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