Carta aos Catequistas da Diocese de Garanhuns
 

Queridos e queridas catequistas!
Que a graça e a paz de Deus nosso Pai estejam com vocês. 

Como é bom mais um ano, por ocasião do nosso dia, dirigirmo-nos a vocês. Sobretudo diante do contexto no qual nos encontramos. Nunca foi tão difícil ser catequista como nos tempos atuais. A pandemia da covid-19 nos fez repensar a nossa forma de ser catequista e de fazer catequese. Mas, Deus sempre nos surpreende de forma significativa e nos mostra os sinais do seu amor e da sua graça agindo em nós em todos os momentos. Sempre foi assim e continua sendo. Como bem nos diz o Santo Padre, o Papa Francisco, “Olhar para a vida das primeiras comunidades cristãs, que se empenharam na difusão e no progresso do Evangelho, estimula também hoje a Igreja a perceber quais podem ser as novas expressões para continuarmos permanecendo fiéis à Palavra do Senhor, a fim de fazer chegar o seu Evangelho a toda criatura”. (AM 2). Olhar para o passado para que ele ilumine o presente é sem sombra de dúvidas um movimento que todo catequista deveria fazer com frequência, pois a história nos dá conta de que as intempéries da vida pastoral sempre existiram, mas nunca impediram os catequistas do passado difundirem os ensinamentos do Reino. Aprendamos, pois, com aqueles e aquelas que nos antecederam a buscar novas expressões, novas formas, novos jeitos de anunciar a Palavra de Deus com ousadia e entusiasmo para que o Evangelho chegue a toda criatura. 
Estarmos atentos e solícitos à graça do Espírito Santo de Deus é também algo indispensável a nós, catequistas. É Ele que gera e regenera as nossas forças para a missão e consequentemente desperta o entusiasmo em anunciar e ser porta-voz das verdades da fé para as crianças, os jovens e os adultos. Por esse motivo, “o catequista é, ao mesmo tempo, testemunha da fé, mestre e mistagogo, acompanhador e pedagogo que instrui em nome da Igreja”. (AM 6). E isso não é pouca coisa, é uma atividade de fato ministerial que merece destaque e reconhecimento da comunidade de fé na qual estamos inseridos.  
Por fim, rogamos ao bom Deus, por intercessão da Virgem Maria e do seu esposo São José, que derrame grandiosas bênçãos sobre a sua vida e o seu ministério. 

Parabéns, catequistas! Sigamos com esperança.             
Comissão Diocesana da Catequese

 
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