Diocese de Garanhuns


Nomeado pelo papa Francisco, bispo será ordenado no dia 18 de julho
A diocese de Garanhuns se prepara para receber seu novo bispo no dia 23 de agosto. Antes, a ordenação episcopal acontece no próximo dia 18 de julho.    Padre Paulo é natural de São José de Espinharas, Paraíba. Nasceu no dia 17 de abril de 1969. É filho do casal José Nóbrega de Sousa (in memoriam) e Maria Ida da Nóbrega. Estudou teologia no Instituto de Teologia do Recife (1987-1989) e no Seminário Imaculada Conceição, em João Pessoa (1990-1992). Foi ordenado Padre no dia 17 de dezembro de 1993. Na diocese de Patos assumiu as funções de administrador paroquial nas paróquias de São Sebastião, em Catingueira (1994-1995), paróquia de São Pedro, Nossa Senhora das Dores, em Mãe D´Água (1995-1996), Nossa Senhora de Fátima (1996-1997), Vigário Paroquial de Nossa Senhora da Guia (2001-2002), Reitor do Seminário São José (2001 a 2006), Coordenador Diocesano de Pastoral (2002-2003), Pároco da Paróquia Santo Antônio (2002-2007) e Pároco da Paróquia de Nossa Senhora da Conceição, em São Mamede (2010-2011).   O Padre Paulo Jackson é Doutor em Teologia Bíblica pela Pontifícia Universidade Gregoriana de Roma (2007-2010), foi Secretário Nacional da Organização dos Seminários e Institutos Filosófico-Teológicos do Brasil (2004-2007), Vigário Paroquial da Paróquia São Geraldo, em Belo Horizonte (2011-2013).   A solenidade de Sagração Episcopal do Monsenhor Paulo Jackson acontece no dia 18 de julho, no largo Dom Gerardo, ao lado da Catedral Nossa Senhora da Guia, na cidade de Patos, PB, a partir das 18 horas.  ...
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Sobre a redução da maioridad...
Dom Murilo Sebastião Ramos Krieger A Redução da Maioridade Penal Tendo como subtítulo uma frase de Jesus Cristo no Sermão da Montanha: “Felizes os que têm fome e sede da justiça, porque serão saciados” (Mt 5,6), o Conselho Permanente da CNBB, que é o órgão mais importante dessa Conferência, depois da Assembleia Geral, aprovou uma Mensagem, da qual extraí as passagens que seguem:    "Temos acompanhado, nos últimos dias, os intensos debates sobre a redução da maioridade penal, provocados pela votação desta matéria no Congresso Nacional. Trata-se de um tema de extrema importância porque diz respeito, de um lado, à segurança da população e, de outro, à promoção e defesa dos direitos da criança e do adolescente. É natural que a complexidade do tema deixe dividida a população que aspira por segurança. Afinal, ninguém pode compactuar com a violência, venha de onde vier. É preciso, no entanto, desfazer alguns equívocos que têm embasado a argumentação dos que defendem a redução da maioridade penal como, por exemplo, a afirmação de que há impunidade quando o adolescente comete um delito e que, com a redução da idade penal, se diminuirá a violência. No Brasil, a responsabilização penal do adolescente começa aos 12 anos. Dados do Mapa da Violência de 2014 mostram que os adolescentes são mais vítimas que responsáveis pela violência que apavora a população. Se há impunidade, a culpa não é da lei, mas dos responsáveis por sua aplicação. O Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), saudado há 25 anos como uma das melhores leis do mundo em relação à criança e ao adolescente, é exigente com o adolescente em conflito com a lei e não compactua com a impunidade. As medidas socioeducativas nele previstas foram adotadas a partir do princípio de que todo adolescente infrator é recuperável, por mais grave que seja o delito que tenha cometido. Esse princípio está de pleno acordo com a fé cristã, que nos ensina a fazer a diferença entre o pecador e o pecado, amando o primeiro e condenando o segundo. Se aprovada a redução da maioridade penal, abrem-se as portas para o desrespeito a outros direitos da criança e do adolescente, colocando em xeque a Doutrina da Proteção Integral assegurada pelo ECA. Poderá haver um “efeito dominó” fazendo com que algumas violações aos direitos da criança e do adolescente deixem de ser crimes como a venda de bebida alcoólica, abusos sexuais, dentre outras. A comoção não é boa conselheira e, nesse caso, pode levar a decisões equivocadas com danos irreparáveis para muitas crianças e adolescentes, incidindo diretamente nas famílias e na sociedade. O caminho para pôr fim à condenável violência praticada por adolescentes passa, antes de tudo, por ações preventivas como educação de qualidade, em tempo integral; combate sistemático ao tráfico de drogas; proteção à família; criação, por parte dos poderes públicos e de nossas comunidades eclesiais, de espaços de convivência, visando a ocupação e a inclusão social de adolescentes e jovens por meio de lazer sadio e atividades educativas; reafirmação de valores como o amor, o perdão, a reconciliação, a responsabilidade e a paz. Consciente da importância de se dedicar mais tempo à reflexão sobre esse tema, também sob a luz do Evangelho, o Conselho Permanente da CNBB, (...) dirige esta mensagem a toda a sociedade brasileira, especialmente, às comunidades eclesiais, a fim de exortá-las a fazer uma opção clara em favor da criança e do adolescente. Digamos não à redução da maioridade penal e reivindiquemos das autoridades competentes o cumprimento do que estabelece o ECA para o adolescente em conflito com a lei. Que Nossa Senhora, a jovem de Nazaré, proteja as crianças e adolescentes do Brasil!"...
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Laudato si - Louvado sejas –...
A Encíclica escrita pelo Papa Francisco e publicada no dia 18 de junho, “Laudato Si” trata do cuidado com nosso planeta. O Santo Padre, inspirado pela invocação feita por São Francisco há mais de oito séculos, pioneiro em demonstrar essa preocupação com meio ambiente, escreve de forma corajosa e convoca a todos para uma mudança na ordem econômica que interfere diretamente nos ecossistemas naturais do planeta.   O Papa inicia com a seguinte reflexão: que mundo queremos deixar para nossas crianças? Hoje todos os recursos naturais sofrem com a grande pressão da produção e do consumo desordenado. Temos muitos problemas de poluição e contaminação dos recursos naturais, inviabilizando o uso deste recurso pelas próximas gerações. A ausência de plano sustentável e as consequências do crescimento a todo custo são desafios trazidos pela Encíclica. A produção agrícola devastadora que usa indiscriminadamente produtos altamente perigosos, chamados de agrotóxicos, trazem problemas para o solo e água, sem falar nas doenças provocadas ao homem que manuseia e consome esses alimentos produzidos. A Encíclica nos pede o cuidado no consumo de alimentos mais saudáveis e que as empresas produtoras pensem no meio ambiente de forma sustentável, orgânica e agroecológica. Outra grande preocupação do papa é com a água; e ele afirma que “as próximas guerras podem ser por conta do bem fundamental para sobrevivência dos serem vivos”. Grandes períodos de seca já podem ser vistos na atualidade, sendo uma realidade no Brasil. A pressão do mercado capitalista cria muitas necessidades e gera o consumo desenfreado. As pessoas são atiçadas a querer as coisas mais modernas, deixando para o planeta um lixo tóxico, um sério desafio, para o mundo atual. O papa também aborda sobre a fome. Hoje existe comida para alimentar a todos, porém o desperdício do alimento é uma realidade intrigante, aliada a má distribuição desses alimentos. Por fim, a Encíclica fala sobre a estagnação das reações frente aos dramas das populações que sofrem. O Papa Francisco propõe a criação de medidas que devem ser pensadas para proteção do ecossistema e educação de toda a população para o consumo consciente. A criação divina deve ser protegida por todos. A nossa “casa comum” precisa ser sustentável, louvando ao Senhor por todos os recursos que nos oferece para uma boa vida e que as futuras gerações possam ter esses recursos naturais protegidos. Jonas Borges – Pascom Perpétuo Socorro...
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Papa concede indulgência plen...
A Congregação do Santíssimo Redentor iniciou no final de junho um Ano Jubilar em comemoração aos 150 anos da restauração do culto público ao ícone de Nossa Senhora do Perpétuo Socorro na igreja de Santo Afonso, em Roma. Como parte das celebrações jubilares o Papa Francisco concedeu a indulgência plenária para os devotos de Nossa Senhora do Perpétuo Socorro sob algumas circunstâncias.  A indulgência poderá ser obtida por todos aqueles que fizerem uma peregrinação, entre 27 de junho de 2015 e 27 de Junho de 2016, para a Igreja de Santo Afonso em Roma ou em qualquer igreja redentorista em qualquer lugar do mundo para venerar o ícone de Nossa Senhora do Perpétuo Socorro. O Santo Padre concedeu indulgência plenária, sob as condições habituais (confissão sacramental, comunhão eucarística e oração nas intenções do Santo Padre). A visita à igreja deverá ser concluída com a recitação do Pai Nosso, do Credo e também orações a Nossa Mãe Santíssima. Aquelas pessoas que por motivo de doença, idade avançada ou alguma outra razão não são capazes de fazer uma peregrinação também poderão obter a indulgência plenária. Elas podem associar-se espiritualmente com as celebrações jubilares e peregrinações, num espírito de arrependimento por seus pecados e com o intuito de atender às condições habituais. Ao fazer isso, eles devem procurar a misericórdia de Deus, oferecendo os seus sofrimentos diante de um pequeno ícone de Nossa Senhora do Perpétuo Socorro. Restauração do culto público ao ícone Durante trezentos anos, o ícone de Nossa Senhora do Perpétuo Socorro foi venerado na igreja de São Mateus, em Roma. Em 1798, quando Roma caiu debaixo das forças invasoras, o convento e a igreja de São Mateus foram destruídos, e o ícone levado ao convento dos agostinianos de ‘Santa Maria em Posterula’ e colocado numa capela particular. A pedido do padre Nicolau Mauron, superior Geral dos Redentoristas, o beato Papa Pio IX entregou o ícone aos redentoristas no dia 11 de dezembro de 1865 para que sua veneração pública fosse restaurada na igreja de Santo Afonso, construída sobre o mesmo terreno que antigamente ocupara a igreja de São Mateus. Ao confiar o Ícone aos cuidados do padre Mauron e aos missionários redentoristas, o Papa Pio IX pediu que “a tornássemos conhecida no mundo inteiro”. No dia 26 de abril de 1866, depois de uma esmerada restauração do ícone, Nossa Senhora do Perpétuo Socorro foi levada com uma procissão solene até a igreja de Santo Afonso em Roma. A partir desta data, uma constante e crescente devoção a Maria sob a invocação do ‘Perpétuo Socorro’ foi se desenvolvendo não só em Roma, mas também em todo o mundo.  Fonte: portal A12...
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Pascom Diocesana convida comun...
DIOCESE DE GARANHUNS REUNIÃO COM REPRESENTANTES DA COMUNICAÇÃO PAROQUIAL   Srs. Párocos A Equipe Diocesana da Pastoral da Comunicação, coordenada pelo padre Francisco, CSsR – pede que cada paróquia envie um representante da Comunicação Paroquial para reunião de preparação da posse do bispo de Garanhuns, Paulo Nóbrega. Data: dia 11 de julho Horário: 15h Local: Igreja de Nossa Senhora do Perpétuo Socorro – Garanhuns Pauta: A Pascom Diocesana retoma suas atividades com esta missão decuidar da comunicação da posse do Sr. Bispo diocesano. Para isso, vai organizar com os representantes paroquiais 1. Informativo para a posse – destacando a preparação do centenário da diocese 2. Criar vinheta para as rádios que estão no território da Diocese 3. Trabalhar a divulgação na Diocese 4. Criar um cartaz temático 5. Fazer a cobertura da posse pelos blogs e sites. Repetir a experiência da cruz da JMJ em 2012 6. Articular nova equipe para manutenção do site. Nesta reunião faremos a distribuição dos trabalhos. Desde já, aguardamos um bom número de comunicadores para que esta tarefa não pese sobre ninguém e seja feita com alegria. A Pascom tem missão especial na pastoral paroquial. Padre Francisco, CSsR – Articulador da Pascom Diocesana...
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