Diocese de Garanhuns


Monsenhor Bené, administrador diocesano, vai à cerimônia religiosa na arquidiocese de Olinda e R
Aconteceu neste domingo (22) a acolhida do novo bispo auxiliar da Arquidiocese de Olinda eRecife, dom Antônio Tourinho Neto, 50 anos. A apresentação do religioso aos fiéis aconteceu na Basílica do Sagrado Coração de Jesus, no bairro da Boa Vista, área central da capital. "É com imensa alegria e confiando no amor vencedor de Deus, revelado em seu filho Jesus Cristo, que aceitei o convite do Santo Padre, o Papa Francisco, quando me escolheu e me enviou para ser bispo auxiliar nesta tão importante arquidiocese pernambucana. Confesso que fiquei impactado diante da estatística de mais de 4 milhões de pessoas, nesta circunscrição eclesiástica. Humanamente, parece ser um desafio assustador, porém, confiando no Deus que chama e confere a graça, é preciso, como os discípulos, obedecer ao Mestre e fazer ao largo, avançando para águas mais profundas", disse dom Antônio. Dom Antônio falou sobre suas metas para o trabalho em Pernambuco. "Durante alguns dias de descanso pós-sagração, dediquei-me a estudar o plano de pastoral da arquidiocese. Fiquei encantado com as metas de evangelização desta igreja, sendo o último a chegar, peço a Deus sabedoria e prudência, como também humildade, para escutar mais e aprender muito com os empenhados nesse contexto eclesial", comentou.A cerimônia da acolhida foi celebrada pelo arcebispo, dom Fernando Saburido. Seminaristas, sacerdotes, religiosos e autoridades civis também participaram da celebração, bem como familiares e fiéis da diocese de Jequié (BA), da qual dom Antônio fazia parte. O bispo de Jequié, dom José Ruy Gonçalves Lopes, também compareceu, bem como o governador de Pernambuco, Paulo Câmara (PSB). A nomeação de dom Antônio Tourinho Neto foi confirmada pelo Papa Francisco no dia 12 de novembro, em publicação no L'Osservatore Romano. A arquidiocese de Olinda e Recife é formada por 19 municípios, além do arquipélago de Fernando de Noronha. Compõem a região eclesiástica 116 paróquias e uma população de fiéis estimada em 4 milhões de habitantes. Formado em nível técnico em ciências contábeis, em 1982, o religioso ingressou no Seminário Central da Bahia, onde cursou bacharelado em filosofia. Os estudos teológicos foram concluídos no Instituto de Teologia da Arquidiocese do Rio de Janeiro. Dom antônio foi ordenado padre em janeiro de 1990....
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Papa Francisco continua catequ...
Na Quarta-feira de Cinzas, 18, o papa Francisco falou da vocação do irmão e da irmã na família. Dando continuidade às catequeses sobre a família, o papa apresentou reflexão sobre a passagem bíblica de Caim e Abel e chamou atenção para as relações dolorosas de conflito, de traição, de ódio entre irmãos. “A quebra do vínculo entre irmãos é uma coisa bruta e má para a humanidade. Também em família, quantos irmãos brigam por coisas pequenas, ou por uma herança e depois não se falam mais, não se saúdam mais. Isto é ruim!”, disse Francisco. Ao final da catequese, o papa sugeriu para que todos rezem por seus irmãos. “Em silêncio cada um de nós, pensemos nos nossos irmãos, nas nossas irmãs e em silêncio do coração rezemos por eles”, disse. Confira a íntegra da mensagem: Queridos irmãos e irmãs, bom dia. No nosso caminho de catequeses sobre família, depois de ter considerado o papel da mãe, do pai, dos filhos, hoje é a vez dos irmãos. “Irmão” e “irmã” são palavras que o cristianismo ama muito. E, graças à experiência familiar, são palavras que todas as culturas e todas as épocas compreendem. A ligação fraterna tem um lugar especial na história do povo de Deus, que recebe a sua revelação no vivo da experiência humana. O salmista canta a beleza da ligação fraterna: “Eis como é belo e como é doce que os irmãos vivam juntos!” (Sal 132, 1). E isto é verdade, a fraternidade é bonita! Jesus Cristo levou à sua plenitude também esta experiência humana de ser irmãos e irmãs, assumindo-a no amor trinitário e potencializando-a de forma que vá bem além das ligações de parentesco e possa superar todo muro de estranheza. Sabemos que quando a relação fraterna se arruína, quando se arruína as relações entre irmãos, se abre o caminho a experiências dolorosas de conflito, de traição, de ódio. A passagem bíblica de Caim e Abel constitui o exemplo deste êxito negativo. Depois do assassinato de Abel, Deus pergunta a Caim: “Onde está Abel, o teu irmão?”(Gen 4,9a). É uma pergunta que o Senhor continua a repetir a cada geração. E, infelizmente, não cessa de se repetir também a dramática resposta de Caim: “Não sei. Sou talvez eu o protetor do meu irmão?” (Gen 4,9b).  A quebra do vínculo entre irmãos é uma coisa bruta e má para a humanidade. Também em família, quantos irmãos brigam por coisas pequenas, ou por uma herança e depois não se falam mais, não se saúdam mais. Isto é ruim! A fraternidade é uma coisa grande, quando se pensa que todos os irmãos habitaram o ventre da mesma mãe durante nove meses, vêm da mesma carne da mãe! E não se pode romper a fraternidade. Pensemos um pouco: todos conhecemos famílias que têm irmãos divididos, que brigaram; peçamos ao Senhor por estas famílias – talvez na nossa família há alguns casos – que os ajude a reunir os irmãos, a reconstituir a família. A fraternidade não deve ser rompida e quando se rompe acontece o que aconteceu com Caim e Abel. Quando o Senhor pergunta a Caim onde está o seu irmão, ele responde: “Mas, eu não sei, a mim não importa o meu irmão”. Isto é bruto, é uma coisa muito dolorosa de ouvir. Nas nossas orações sempre rezemos pelos irmãos que se dividiram. A ligação de fraternidade que se forma em família entre os filhos, se acontece em um clima de educação à abertura aos outros, é a grande escola de liberdade e de paz. Na família, entre irmãos, se aprende a convivência humana, como se deve conviver em sociedade. Talvez nem sempre somos conscientes disso, mas é justamente a família que introduz a fraternidade no mundo! A partir dessa primeira experiência de fraternidade, alimentada pelos afetos e pela educação familiar, o estilo de fraternidade se irradia como uma promessa sobre toda a sociedade e sobre relações entre os povos. A benção que Deus, em Jesus Cristo, derrama sobre este vínculo de fraternidade o dilata de um modo inimaginável, tornando-o capaz de ultrapassar toda diferença de nação, de língua, de cultura e até mesmo de religião. Pensem o que se torna a ligação entre os homens, mesmo muito diferentes entre eles, quando podem dizer do outro: “Este é como um irmão, esta é como uma irmã para mim!”. Isso é belo! A história mostrou o suficiente que, mesmo a liberdade e a igualdade, sem fraternidade, podem se encher de individualismo e de conformismo, também de interesse pessoal. A fraternidade em família resplandece de modo especial quando vemos a preocupação, a paciência, o afeto de que são circundados o irmãozinho ou a irmãzinha mais frágil, doente ou portador de necessidades especiais. Os irmãos e irmãs que fazem isso são muitos, em todo o mundo, e talvez não apreciamos o suficiente sua generosidade. E quando ou irmãos são tantos na família – hoje, cumprimentei uma família que tem nove filhos – o maior ou a maior ajuda o pai, a mãe a cuidar do menor. E é bonito este trabalho de ajuda entre os irmãos. Ter um irmão, uma irmã que te quer bem é uma experiência forte, impagável, insubstituível. Do mesmo modo acontece para a fraternidade cristã. Os menores, os mais frágeis, os mais pobres devem nos sensibilizar: têm “direito” de nos tomar a alma e o coração. Sim, esses são nossos irmãos e como tais devemos amá-los e cuidar deles. Quando isso acontece, quando os pobres são como de casa, a nossa própria fraternidade cristã retoma a vida. Os cristãos, de fato, vão ao encontro dos pobres e frágeis não para obedecer a um programa ideológico, mas porque a palavra e o exemplo do Senhor nos dizem que todos somos irmãos. Este é o princípio do amor de Deus e de toda justiça entre os homens. Sugiro a vocês uma coisa: antes de terminar, faltam poucas linhas, em silêncio cada um de nós, pensemos nos nossos irmãos, nas nossas irmãs e em silêncio do coração rezemos por eles. Um instante de silêncio. Bem, com essa oração levamos todos, irmãos e irmãs, com o pensamento, com o coração, aqui na praça para receber a benção. Hoje, mais do que nunca, é necessário levar de volta a fraternidade ao centro da nossa sociedade tecnocrática e burocrática: então também a liberdade e a igualdade tomarão suas corretas entonações. Por isso, não privemos as nossas famílias da beleza de uma ampla experiência fraterna de filhos e filhas. E não percamos a nossa confiança na amplitude de horizonte que a fé é capaz de trazer desta experiência, iluminada pela benção de Deus....
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  MENSAGEM DO PAPA FRANCISCO  PARA O XXIII DIA MUNDIAL DO DOENTE  (11 DE FEVEREIRO DE 2015) «Sapientia cordis. “Eu era os olhos do cego e servia de pés para o coxo” (Jó 29, 15)»  Queridos irmãos e irmãs, Por ocasião do XXIII Dia Mundial do Doente, instituído por São João Paulo II, dirijo-me a todos vós que carregais o peso da doença, encontrando-vos de várias maneiras unidos à carne de Cristo sofredor, bem como a vós, profissionais e voluntários no campo da saúde. O tema deste ano convida-nos a meditar uma frase do livro de Jó: «Eu era os olhos do cego e servia de pés para o coxo» (29, 15). Gostaria de o fazer na perspectiva da «sapientia cordis», da sabedoria do coração. 1. Esta sabedoria não é um conhecimento teórico, abstrato, fruto de raciocínios; antes, como a descreve São Tiago na sua Carta, é «pura (…), pacífica, indulgente, dócil, cheia de misericórdia e de bons frutos, imparcial, sem hipocrisia» (3, 17). Trata-se, por conseguinte, de uma disposição infundida pelo Espírito Santo na mente e no coração de quem sabe abrir-se ao sofrimento dos irmãos e neles reconhece a imagem de Deus. Por isso, façamos nossa esta invocação do Salmo: «Ensina-nos a contar assim os nossos dias, / para podermos chegar à sabedoria do coração» (Sal 90/89, 12). Nesta sapientia cordis, que é dom de Deus, podemos resumir os frutos do Dia Mundial do Doente.  2. Sabedoria do coração é servir o irmão. No discurso de Jó que contém as palavras «eu era os olhos do cego e servia de pés para o coxo», evidencia-se a dimensão de serviço aos necessitados por parte deste homem justo, que goza de uma certa autoridade e ocupa um lugar de destaque entre os anciãos da cidade. A sua estatura moral manifesta-se no serviço ao pobre que pede ajuda, bem como no cuidado do órfão e da viúva (cf. 29, 12-13). Também hoje quantos cristãos dão testemunho – não com as palavras mas com a sua vida radicada numa fé genuína – de ser «os olhos do cego» e «os pés para o coxo»! Pessoas que permanecem junto dos doentes que precisam de assistência contínua, de ajuda para se lavar, vestir e alimentar. Este serviço, especialmente quando se prolonga no tempo, pode tornar-se cansativo e pesado; é relativamente fácil servir alguns dias, mas torna-se difícil cuidar de uma pessoa durante meses ou até anos, inclusive quando ela já não é capaz de agradecer. E, no entanto, que grande caminho de santificação é este! Em tais momentos, pode-se contar de modo particular com a proximidade do Senhor, sendo também de especial apoio à missão da Igreja. 3. Sabedoria do coração é estar com o irmão. O tempo gasto junto do doente é um tempo santo. É louvor a Deus, que nos configura à imagem do seu Filho, que «não veio para ser servido, mas para servir e dar a sua vida para resgatar a multidão» (Mt 20, 28). Foi o próprio Jesus que o disse: «Eu estou no meio de vós como aquele que serve» (Lc 22, 27). Com fé viva, peçamos ao Espírito Santo que nos conceda a graça de compreender o valor do acompanhamento, muitas vezes silencioso, que nos leva a dedicar tempo a estas irmãs e a estes irmãos que, graças à nossa proximidade e ao nosso afeto, se sentem mais amados e confortados. E, ao invés, que grande mentira se esconde por trás de certas expressões que insistem muito sobre a «qualidade da vida» para fazer crer que as vidas gravemente afetadas pela doença não mereceriam ser vividas! 4. Sabedoria do coração é sair de si ao encontro do irmão. Às vezes, o nosso mundo esquece o valor especial que tem o tempo gasto à cabeceira do doente, porque, obcecados pela rapidez, pelo frenesi do fazer e do produzir, esquece-se a dimensão da gratuidade, do prestar cuidados, do encarregar-se do outro. No fundo, por detrás desta atitude, há muitas vezes uma fé morna, que esqueceu a palavra do Senhor que diz: «a Mim mesmo o fizestes» (Mt 25, 40). Por isso, gostaria de recordar uma vez mais a «absoluta prioridade da “saída de si próprio para o irmão”, como um dos dois mandamentos principais que fundamentam toda a norma moral e como o sinal mais claro para discernir sobre o caminho de crescimento espiritual em resposta à doação absolutamente gratuita de Deus» (Exort. ap. Evangelii gaudium, 179). É da própria natureza missionária da Igreja que brotam «a caridade efetiva para com o próximo, a compaixão que compreende, assiste e promove» (Ibid., 179). 5. Sabedoria do coração é ser solidário com o irmão, sem o julgar. A caridade precisa de tempo. Tempo para cuidar dos doentes e tempo para os visitar. Tempo para estar junto deles, como fizeram os amigos de Jó: «Ficaram sentados no chão, ao lado dele, sete dias e sete noites, sem lhe dizer palavra, pois viram que a sua dor era demasiado grande» (Job 2, 13). Mas, dentro de si mesmos, os amigos de Jó escondiam um juízo negativo acerca dele: pensavam que a sua infelicidade fosse o castigo de Deus por alguma culpa dele. Pelo contrário, a verdadeira caridade é partilha que não julga, que não tem a pretensão de converter o outro; está livre daquela falsa humildade que, fundamentalmente, busca aprovação e se compraz com o bem realizado. A experiência de Jó só encontra a sua resposta autêntica na Cruz de Jesus, ato supremo de solidariedade de Deus para conosco, totalmente gratuito, totalmente misericordioso. E esta resposta de amor ao drama do sofrimento humano, especialmente do sofrimento inocente, permanece para sempre gravada no corpo de Cristo ressuscitado, naquelas suas chagas gloriosas que são escândalo para a fé, mas também verificação da fé (cf. Homilia na canonização de João XXIII e João Paulo II, 27 de Abril de 2014). Mesmo quando a doença, a solidão e a incapacidade levam a melhor sobre a nossa vida de doação, a experiência do sofrimento pode tornar-se lugar privilegiado da transmissão da graça e fonte para adquirir e fortalecer a sapientia cordis. Por isso se compreende como Jó, no fim da sua experiência, pôde afirmar dirigindo-se a Deus: «Os meus ouvidos tinham ouvido falar de Ti, mas agora vêem-Te os meus próprios olhos» (42, 5). Também as pessoas imersas no mistério do sofrimento e da dor, se acolhido na fé, podem tornar-se testemunhas vivas duma fé que permite abraçar o próprio sofrimento, ainda que o homem não seja capaz, pela própria inteligência, de o compreender até ao fundo. 6. Confio este Dia Mundial do Doente à proteção materna de Maria, que acolheu no ventre e gerou a Sabedoria encarnada, Jesus Cristo, nosso Senhor. Ó Maria, Sede da Sabedoria, intercedei como nossa Mãe por todos os doentes e quantos cuidam deles. Fazei que possamos, no serviço ao próximo sofredor e através da própria experiência do sofrimento, acolher e fazer crescer em nós a verdadeira sabedoria do coração. Acompanho esta súplica por todos vós com a minha Bênção Apostólica. Vaticano, 3 de Dezembro – Memória de São Francisco Xavier – do ano 2014.   Franciscus...
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Paróquia de Santa Teresinha c...
No próximo dia 09 de fevereiro a Paróquia de Santa Teresa do Menino Jesus no bairro do Magano estará celebrando o aniversário de 74 anos de criação. Na ocasião o Administrador Diocesano presidirá a Celebração Eucarística e ao final será aberto o Ano Jubilar da Paróquia ja indicando 2016 onde a mesma celebrará os 75 anos que marca o Jubileu de Diamante.     Ao longo do Ano esta programado várias celebrações jubilares e uma missão Paroquial. a primeira celebração jubilar acontecerá no dia 11 de fevereiro, dia de Nossa Senhora de Lourdes e dia mundial dos enfermos, onde na matriz da paroquia será celebrada uma santa missa para os enfermos e ao final será dada a benção da saúde.    Que Santa Teresinha derrame sobre todos nós uma chuva de rosas.  ...
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Curso de Atualização para Pr...
APRESENTAÇÃO A CNBB, através da Comissão Episcopal Pastoral para   os Ministérios Ordenados e a Vida Consagrada, cumprindo   decisão da 52a Assembléia Geral, realizada de 30 de abril a   9 de maio de 2014, em Aparecida - SP promoverá um CURSO DE ATUALIZAÇÃO PARA PRESBÍTEROS, na linha da  formação permanente. O Curso terá a duração de 20 dias,   a realizar-se de 05/01 a 25/01/2015, na Casa Retiro das Rosas, em Cachoeira do Campo - MG.   DESTINATÁRIOS: O Curso é endereçado a presbíteros diocesanos de todo   o Brasil, que estejam preferencialmente nas faixas etárias   de 10 a 25 anos de ordenados; que estejam em pleno exercício de seu ministério e na ordinariedade da vida e da mis- são presbiterais; que sintam o desejo de crescer ainda mais   na vocação presbiteral; que estejam em momentos de mu- danças de atividades pastoral-missionárias; que estejam   em momento particular que exija uma revisão de vida; que   queiram abrir o coração para amar, rever, celebrar, agradecer e fortalecer o dom da vocação.   OBJETIVOS: Geral: Centrar a atenção na vida e na missão dos presbíteros,   em tempo de globalização como discípulos missionários de Jesus Cristo a serviço do Reino. Específicos: Atingir a fonte própria vocação e revisitar a própria história e seu itinerário vocacional; Reencontrar-se no exercício do próprio ministério, tendo a Palavra de Deus e a Eucaristia como fontes; Favorecer maior unificação e integração da vida pessoal   e presbiteral.   AMBIENTE Hotel fazenda - propriedade de religiosas Salesianas; quarto individual; banheiro; lavabo; alimentação farta e variada; auditório; capela; salas para reuniões de grupos; piscina; sauna; carroagens para passeio; gado leiteiro; jardins; quadra para diversos esportes. Clima ameno. Cachoeira do campo está a cerca de 70km de Belo Horizonte e bem próximo de Ouro Preto e Mariana. Mais informações no site: www.retirodasrosas.com.br   EIXOS TEMÁTICOS Vida humano-afetiva: afetividade, celibato, relações humanas, vida saudável, educação alimentar, exames médicos básicos. Vida espiritual: Eucaristia, Liturgia das Horas, Leitura Orante da Palavra, Direção e Aconselhamento Espirituais, Confissão, Liturgia, Projeto de Vida. Vida Comunitária: Grupos de vida, trabalhos em equipes, trabalhos manuais, partilha de vida, correção fraterna, lazer e Pastoral Presbiteral. Vida intelectual: Além dos temas estritamente teológicos, serão abordadas questões relacionadas à Gestão Eclesial, Administração Paroquial e  Evangelização pelas redes sociais. Vida Apostólica: Partilha de experiências missionárias, planejamento pastoral, estágio pastoral e técnicas de comunicação.   METODOLOGIA O Curso terá sincronicamente dois momentos: teórico e prático e será conduzido por uma equipe multidisciplinar. No presente Curso será valorizada a experiência de vida presbiteral. O testemunho de vida terá lugar de destaque. O programa também contemplará celebrações eucarísticas diárias, Liturgia das Horas, Leitura Orante da Palavra de Deus, piedade popular e momentos devocionais (terço, adoração ao Santíssimo, via-sacra), espaços de partilha e revisão de vida, atividades pastorais missionárias, dentre outros.   VAGAS: Vagas limitadas: 80 participantes   INVESTIMENTO: Hospedagem e inscrição: R$ 5.000,00 Estão inclusas as despesas do Curso e Hospedagem. Forma de pagamento: Primeira parcela: R$ 2.000,00 (no ato da inscrição – boleto bancário); Segunda parcela: R$ 1.500,00 (até 30 de novembro – depósito bancário) Terceira parcela: R$ 1.500,00 (até 30 de dezembro – depósito bancário) Conta Bancária para Depósito: Conferência Nacional dos Bispos do Brasil Caixa Econômica Federal Agência: 2220 CC: 078-3 Operação: 003 Encaminhar comprovante de Depósito Bancário para: svm@cnbb.org.br  ...
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