Diocese de Garanhuns


“Felizes palhas, mais belas do que as rosas e os lírios!
Do livro Encarnação, Nascimentoe Infância de Jesus CristoS. AFONSO MARIA DE LIGÓRIODoutor da Igreja e Fundador da Congregação Redentorista JESUS SOBRE A PALHA.Jesus nasce no estábulo de Belém. A sua pobre Mãe nãotem lã nem pluma para confeccionar um leito conveniente ao tenro Menino. Que fará então? ajunta um pouco de palha numa manjedoura e nela o deita. “Felizes palhas, mais belas do que as rosas e os lírios! exclama S. Pedro Crisólogo; que terra afortunada vos produziu? e que felicidade é a vossa por haverdes servido de leito ao Rei dos céus! Ah! continua o Santo, sois bem frias para Jesus, porque não podeis acalentá-lo na gruta úmida, onde ele tirita de frio; mas sois para nós fogo e chama, pois que acendeis em nossos corações um incêndio de amor que todas as águas dos rios não poderiam apagar”. Mas, ó céu! esse é um leito demasiado duro e penoso para uma criancinha recém-nascida! Os membros duma criancinha recém-nascida! Os membros duma criancinha são extremamente delicados, e sobretudo os membrosde Jesus, formados expressamente pelo Espírito Santopara serem mais sensíveis à dor. A dureza desse leito foi-lhe pois penosíssima. Foi uma pena e foi também um opróbrio. Que criança, mesmo entre as mais pobres pessoas do povo, se vê ao nascer obrigada a deitar-se sobre palha? A palha é leito para os animais; e o Filho de Deus não acha sobre a terra senão vil palha por leito! S. Francisco de Assis ouviu um dia ler, quando se achava à mesa, as palavras do Evangelho: Ela o deitou numa manjedoura; e exclamou: “Como? meu Senhor está sobre palha, e eu continuaria sentado?” No mesmo instante deixa seu lugar, lança-se por terra e assim termina sua pobre refeição que rega de lágrimas de ternura ao considerar os sofrimentos de Jesus Menino deitado sobre a palha. Mas por que Maria, que tanto desejara ver nascer esse Filho adorável e que o amava tão ternamente, por que, em vez de conservá-lo em seus braços, o pôs sobre esse leito de dores? — Eis um mistério, responde S. Tomás de Vilanova. Essemistério é interpretado de vários modos; mas, entre todas as explicações é a de S. Pedro Damião que mais me agrada: Jesus recém-nascido quis ser deitado sobre a palha para nos ensinar a mortificação dos sentidos. O mundo perdera-se pelos prazeres sensuais; assim perderam-se Adão e grande número de seus descendentes. O Verbo eterno veio do céu para ensinar-nos o amor dos sofrimento, e começou ao nascer a ensinar-nos escolhendo para si o que uma criancinha pode suportar de mais penoso. Foi pois Ele que inspirou sua Mãe a não conservá-lo em seus braços tão suaves, e a colocá-lo no duro leito a fim de melhor sentir o frio da gruta e sofrer as picadas da palha. Afetos e Súplicas.Ó terno Amante das almas, meu amável Redentor, nãovos bastam a dolorosa paixão que vos aguarda e a morte cruel que vos preparam na cruz; quereis começar a sofrer desde o primeiro momento de vossa existência! Sim, porque desde o vosso nascimento quereis começar a ser meu Redentor, e a satisfazer por meus pecados à divina Justiça. Por leito escolhestes a palha, a fim de me livrar do fogo do inferno, aonde muitas vezes eu merecera ser precipitado. Chorais e gemeis sobre a palha para me obter de vosso Pai, por vossas lágrimas,o perdão das minhas faltas. Ah! essas lágrimas me afligem e me consolam. Afligem-me pela compaixão que tenho de vós, inocente menino, vendo-vos sofrer por crimes que não são vossos; consolam-me, porque nos vossos sofrimentos vejo a  minha salvação e o amor imenso que me tendes. Mas, meu Jesus, não vos quero deixar só a gemer e sofrer; quero chorar convosco, eu que mereci chorar por causa dos desgostos que vos dei; já que mereci o inferno, não recuso nenhuma pena,contanto que recupere a vossa graça. Perdoai-me, pois, restitui-me vossa amizade e castigai-me depois como vos aprouver.Livrai-me das penas eternas, e depois tratai-me como quiserdes. Não vos peço nenhuma satisfação nesta vida: não a merece quem teve a audácia de ofender-vos, Bondade infinita! Sinto-me contente em sofrer todas as cruzes que me enviardes; mas, ó meu Jesus, eu quero amar-vos.Ó Maria, fiel companheira de Jesus em seus sofrimentos,nos quais compartilhastes tão vivamente, obtende-me a força de suportar minhas penas com paciência. Ai de mim, se após tantos pecados, eu nada sofrer nesta vida! Feliz de mim, ao contrário, se tiver a ventura de acompanhar-vos na via dos sofrimentos, ó minha Mãe aflita e meu Jesus que fostes crucificado por meu amor. Editado por: padre Francsico...
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Para exame de consciência ant...
 “A Cúria é chamada a melhorar-se sempre e a crescer em comunhão, santidade e sabedoria para realizar plenamente a sua missão”: Foi o que disse na manhã desta segunda-feira (22), o Papa Francisco no discurso à Cúria Romana por ocasião dos tradicionais votos de Feliz Natal. “Também ela, como todo corpo, está exposta às doenças, ao mau funcionamento, à enfermidade”. O Papa quis então mencionar algumas dessas prováveis doenças: são doenças habituais na nossa vida de Cúria, disse, acrescentando: “são doenças e tentações que enfraquecem o nosso serviço ao Senhor. Ajudar-nos-á o catálogo das doenças – seguindo o caminho dos Padres do deserto, que faziam esses catálogos – do qual falamos hoje, a nos preparar para o Sacramento da reconciliação, que será um bonito passo de todos nós para nos prepararmos para o Natal”. Depois de agradecer a Deus pelo ano que está terminando, pelos eventos vividos e por todo o bem que Ele quis generosamente realizar através do serviço da Santa Sé, o Papa Francisco pediu perdão a Deus pelas faltas cometidas “em pensamentos, palavras, obras e omissões”. O Pontífice fez então um elenco das doenças iniciando pela doença do sentir-se “imortal”, “imune” ou até mesmo “indispensável”, descuidando dos necessários e habituais controles. Uma Cúria que não faz “autocrítica”, que não se atualiza – disse o Papa – que não procura se melhorar é um corpo doente. Uma visita aos cemitérios nos poderia ajudar a ver os nomes de tantas pessoas, que talvez pensassem serem imortais, imunes e indispensáveis! É a doença do rico insensato do Evangelho que pensava viver eternamente, e também daqueles que se transformam em padrões e se sentem superiores a todos e não ao serviço de todos. Disso deriva a patologia do poder, do “complexo dos Eleitos”. Em seguida o Papa falou de outra doença, a doença do “martalismo” (que vem de Marta), da excessiva laboriosidade: ou seja daqueles que se afundam no trabalho, descuidando, inevitavelmente, “a parte melhor”: sentar-se aos pés de Cristo. O tempo de repouso, para quem terminou a sua missão, – aconselhou o Papa – é necessário, devido e deve ser vivido seriamente. Há também a doença da “petrificação” mental e espiritual: ou seja daqueles que possuem um coração de pedra e uma “pescoço duro”; daqueles que, ao longo da estrada perdem a serenidade interior, a vivacidade e a audácia e se escondem nos papéis tornando-se “maquinas de documentos” e não “homens de Deus”. É a doença daqueles que perdem “os sentimentos de Jesus”, porque os seus corações, com o passar do tempo, se endurecem se tornam incapaz de amar de modo incondicional o Pai e o próximo. Tem também a doença do excessivo planejamento e do funcionalismo. Quando o apóstolo planeja tudo minunciosamente e acredita que está fazendo um perfeito planejamento das coisas, de fato progridem, tornando-se assim um contabilista ou contador. Preparar bem é necessário mas sem cair na tentação de querer fechar e pilotar a liberdade do Espírito Santo que é sempre maior e mais generosa de qualquer humano planejamento. Cai-se nesta doença porque “é sempre mais fácil e cômodo apoiar-se nas próprias posições estáticas e imutáveis”. Outra doença – destacou o Papa Francisco – é a doença da má coordenação: quando os membros perdem a comunhão entre eles e o corpo perde a sua harmoniosa funcionalidade e temperança, tornando-se uma orquestra que produz rumor porque os seus membros não colaboram e não vivem o espírito de comunhão e de grupo. Quando os pés dizem ao braço “não tenho necessidade de você”, ou a mão à cabeça “eu comando”, causando assim problemas e escândalo. Há também a doença do Alzheimer espiritual: ou seja, esquecer a “história da Salvação”, da história pessoal com o Senhor, do “primeiro amor”. Trata-se de um declínio progressivo das faculdades espirituais que em certo intervalo de tempo causa graves deficiências à pessoa tornando-a incapaz de realizar atividades autônomas, vivendo em um estado de absoluta dependência de seus horizontes frequentemente imaginários. A doença da rivalidade e da vanglória: quando a aparência, as cores das vestes e as insígnias de honra tornam-se o principal objetivo de vida, esquecendo-se das palavras de São Paulo: “Nada façais por contenda ou por vanglória, mas por humildade; cada um considere os outros superiores a si mesmo”. Não atente cada um para o que é propriamente seu, mas cada um também para o que é dos outros. É a doença que nos leva a sermos homens e mulheres falsos e viver um falso "misticismo” e um falso “quietismo”. A doença da esquizofrenia existencial: é a doença de quem vive uma vida dupla, fruto da hipocrisia típica do medíocre e do progressivo vazio espiritual que láureas ou títulos acadêmicos não podem preencher. Uma doença, que atinge frequentemente aqueles que, abandonando o serviço pastoral, limitam-se aos afazeres  burocráticos, perdendo assim o contato com a realidade, com as pessoas reais. Criam assim um mundo paralelo, onde colocam de lado tudo o que ensinam de modo severo aos outros e iniciam a viver uma vida oculta e muitas vezes dissoluta. A conversão é urgente e indispensável para esta doença muito grave. A doença das fofocas, das conversas fiadas e mexericos: desta doença já falei muitas vezes, mas nunca o suficiente: é uma doença grave que começa simplesmente, talvez por causa de uma conversa fiada e toma conta da pessoa tornando-a "semeadora de discórdia" (como Satanás), e em muitos casos "assassino a sangue frio" da fama dos próprios colegas e coirmãos. É a doença de pessoas covardes que não tendo a coragem de falar diretamente falam pelas costas. São Paulo nos adverte: "Fazei todas as coisas sem murmurações, para serem irrepreensíveis e puros”. Irmãos, vamos tomar cuidado do terrorismo das fofocas! A doença de divinizar os chefes: é a doença dos que estão cortejando os Superiores, na esperança de obter a sua benevolência. São vítimas do carreirismo e do oportunismo, honram as pessoas e não Deus (cfr Mt 23: 8-12.). São pessoas que vivem o serviço pensando apenas no que elas desejam obter e não o que elas devem dar. Pessoas mesquinhas, infelizes e inspiradas somente pelo próprio fatal egoísmo. Esta doença também pode afetar os Superiores quando cortejando alguns de seus funcionários para obter a sua submissão, lealdade e dependência psicológica, mas o resultado final é uma verdadeira cumplicidade. A doença da indiferença para com os outros: quando cada um pensa só em si mesmo e perde a sinceridade e o calor das relações humanas. Quando o mais experiente não coloca o seu conhecimento ao serviço dos colegas menos experientes. Quando se toma conhecimento de algo e você mantém só para si, em vez de compartilhá-lo com outras pessoas de forma positiva. Quando, por ciúmes ou dolo, sente alegria em ver o outro cair em vez de levantá-lo e incentivá-lo. A doença de rosto de funeral: ou seja, das pessoas rudes e carrancudas, que consideram que para ser sérias é necessário pintar o rosto de melancolia, de severidade e tratar os outros - especialmente aquelas consideradas inferiores - com rigidez, dureza e arrogância. Na realidade, a severidade teatral e o pessimismo estéril são muitas vezes sintomas de medo e insegurança sobre si mesmo. O apóstolo deve se esforçar para ser uma pessoa educada, serena, entusiasmada e alegre, que transmite alegria onde quer que esteja. Um coração cheio de Deus é um coração feliz que irradia alegria e contagia todos os que estão ao seu redor. Portanto, não vamos perder esse espírito alegre, cheio de humor, e até mesmo auto-irônico, que nos torna pessoas amáveis, mesmo em situações difíceis. A doença do acumular: quando o apóstolo procura preencher um vazio existencial em seu coração acumulando bens materiais, não por necessidade, mas apenas para se sentir seguro. Na verdade, nada de material poderemos levar conosco, porque "a mortalha não tem bolsos" e todos os nossos tesouros terrenos - mesmo se são presentes - nunca vão preencher esse vazio. Para essas pessoas, o Senhor repete: “Como dizes: Rico sou, e estou enriquecido, e de nada tenho falta; e não sabes que és um infeliz, e miserável, e pobre, e cego, e nu; sê pois zeloso, e arrepende-te”. O acúmulo somente pesa e atrasa o caminho inexorável! A doença dos círculos fechados: onde pertencer a um pequeno grupo torna-se mais forte do que pertencer ao Corpo e, em algumas situações, ao próprio Cristo. Também esta doença começa sempre com boas intenções, mas com o passar do tempo escraviza os membros tornando-se "um câncer" que ameaça a harmonia do Corpo e causa tanto mal - escândalos - especialmente aos nossos irmãos menores. A auto-destruição ou "fogo amigo" de soldados companheiros é o perigo mais insidioso. É o mal que atinge a partir de dentro e, como disse Cristo: “Todo o reino, dividido contra si mesmo, será assolado”. E a última: a doença do lucro mundano, dos exibicionismos: quando o apóstolo transforma o seu serviço em poder, e o seu poder em uma mercadoria para obter lucros mundanos ou mais poderes. É a doença das pessoas que procuram insaciavelmente multiplicar poderes e para este fim são capazes de caluniar, de difamar e desacreditar os outros, até mesmo nos jornais e revistas. Naturalmente, para se exibir e se demonstrar mais capaz do que os outros. Também esta doença faz muito mal ao Corpo, porque leva as pessoas a justificarem o uso de todos os meios para alcançar tal objetivo, muitas vezes em nome da justiça e da transparência! Irmãos, - concluiu no Papa - tais doenças e tais tentações são, naturalmente, um perigo para cada cristão e para cada cúria, comunidade, congregação, paróquia, movimento eclesial... etc. e podem afetar seja o indivíduo seja a comunidade. É preciso esclarecer que somente o Espírito Santo - a alma do Corpo Místico de Cristo, como afirma o Credo Niceno Constantinopolitano: "Creio ... no Espírito Santo, Senhor que dá a vida" – pode curar todas as doenças. É o Espírito Santo que sustenta todos os esforços sinceros de purificação e toda boa vontade de conversão. É Ele que nos fazer entender que cada membro participa da santificação do corpo e do seu enfraquecimento. Ele é o promotor da harmonia.   A cura é também o resultado da consciência da doença e da decisão pessoal e comunitária de curar-se, sobretudo com paciência e perseverança. (SP)...
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Francisco pede que fiéis “a...
Milhares de fiéis estiveram reunidos neste quarto e último domingo do Advento, na Praça São Pedro, no Vaticano. Durante o encontro, o papa Francisco convidou os presentes a meditar sobre o anúncio do Anjo Gabriel e Maria.  Francisco disse que pensando nesta jovem simples de Nazaré há dois aspectos essenciais de sua atitude, que são o modelo de preparação para o Natal. “Antes de tudo, a sua fé, que consiste em escutar a Palavra de Deus e entregar-se a esta palavra com total disponibilidade de mente e de coração. Maria respondeu ‘sim’ sem saber os caminhos que deveria percorrer, as dores que sofreria, os ricos que enfrentaria, mas estava consciente que era o Senhor que lhe pedia. Ela confia totalmente Nele e se abandona a seu amor”. O outro ponto a ser meditado é a capacidade da Mãe de Cristo de reconhecer o tempo de Deus. “Maria é aquela que tornou possível a encarnação do Filho de Deus, a revelação do mistério, guardado em segredo durante séculos, como escreve o apóstolo Paulo”. O pontífice lembra que Maria ensina os fiéis a acolher o momento favorável em que Jesus passa na vida de cada um e pede uma reposta rápida e generosa. Ele reiterou que, como Maria, todos são chamados a responder um ‘sim’ pessoal e sincero ao chamado, colocando-se plenamente à disposição de Deus e de sua misericórdia. Deixando de lado seu discurso, Francisco falou de improviso. “Quantas vezes Jesus passa em nossa vida e quantas vezes nos manda um anjo e nós não percebemos porque estamos imersos em nossos pensamentos, ocupados com os nossos negócios e nestes dias, até com os preparativos para o Natal! Ele passa e não notamos que bateu em nossa porta, pedindo acolhimento”, disse. O papa alertou que quando se sente no coração a vontade de ser melhor, é o Senhor que faz sentir este desejo. “É ele que está batendo, não o deixem passar. Jesus bate na porta de nosso coração para nos dar a paz de espírito; abramos as portas a Cristo”, pediu.   Antes de rezar a oração do Angelus, o papa concluiu sua reflexão recordando a presença silenciosa de São José ao lado de Maria. “O exemplo de Maria e de José é para todos nós um convite a acolher Jesus com total abertura de espírito. Por amor Ele se fez nosso irmão; Ele vem trazer ao mundo o dom da paz. Cristo é a nossa verdadeira paz. Entreguemo-nos à intercessão de nossa Mãe e de São José para vivermos um Natal realmente cristão, livres de toda mundanidade e prontos para acolher o Salvador, Deus conosco”, encerrou Francisco. Com informações da News.va e foto da Rádio Vaticano...
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Curso de Atualização para Pr...
APRESENTAÇÃO A CNBB, através da Comissão Episcopal Pastoral para   os Ministérios Ordenados e a Vida Consagrada, cumprindo   decisão da 52a Assembléia Geral, realizada de 30 de abril a   9 de maio de 2014, em Aparecida - SP promoverá um CURSO DE ATUALIZAÇÃO PARA PRESBÍTEROS, na linha da  formação permanente. O Curso terá a duração de 20 dias,   a realizar-se de 05/01 a 25/01/2015, na Casa Retiro das Rosas, em Cachoeira do Campo - MG.   DESTINATÁRIOS: O Curso é endereçado a presbíteros diocesanos de todo   o Brasil, que estejam preferencialmente nas faixas etárias   de 10 a 25 anos de ordenados; que estejam em pleno exercício de seu ministério e na ordinariedade da vida e da mis- são presbiterais; que sintam o desejo de crescer ainda mais   na vocação presbiteral; que estejam em momentos de mu- danças de atividades pastoral-missionárias; que estejam   em momento particular que exija uma revisão de vida; que   queiram abrir o coração para amar, rever, celebrar, agradecer e fortalecer o dom da vocação.   OBJETIVOS: Geral: Centrar a atenção na vida e na missão dos presbíteros,   em tempo de globalização como discípulos missionários de Jesus Cristo a serviço do Reino. Específicos: Atingir a fonte própria vocação e revisitar a própria história e seu itinerário vocacional; Reencontrar-se no exercício do próprio ministério, tendo a Palavra de Deus e a Eucaristia como fontes; Favorecer maior unificação e integração da vida pessoal   e presbiteral.   AMBIENTE Hotel fazenda - propriedade de religiosas Salesianas; quarto individual; banheiro; lavabo; alimentação farta e variada; auditório; capela; salas para reuniões de grupos; piscina; sauna; carroagens para passeio; gado leiteiro; jardins; quadra para diversos esportes. Clima ameno. Cachoeira do campo está a cerca de 70km de Belo Horizonte e bem próximo de Ouro Preto e Mariana. Mais informações no site: www.retirodasrosas.com.br   EIXOS TEMÁTICOS Vida humano-afetiva: afetividade, celibato, relações humanas, vida saudável, educação alimentar, exames médicos básicos. Vida espiritual: Eucaristia, Liturgia das Horas, Leitura Orante da Palavra, Direção e Aconselhamento Espirituais, Confissão, Liturgia, Projeto de Vida. Vida Comunitária: Grupos de vida, trabalhos em equipes, trabalhos manuais, partilha de vida, correção fraterna, lazer e Pastoral Presbiteral. Vida intelectual: Além dos temas estritamente teológicos, serão abordadas questões relacionadas à Gestão Eclesial, Administração Paroquial e  Evangelização pelas redes sociais. Vida Apostólica: Partilha de experiências missionárias, planejamento pastoral, estágio pastoral e técnicas de comunicação.   METODOLOGIA O Curso terá sincronicamente dois momentos: teórico e prático e será conduzido por uma equipe multidisciplinar. No presente Curso será valorizada a experiência de vida presbiteral. O testemunho de vida terá lugar de destaque. O programa também contemplará celebrações eucarísticas diárias, Liturgia das Horas, Leitura Orante da Palavra de Deus, piedade popular e momentos devocionais (terço, adoração ao Santíssimo, via-sacra), espaços de partilha e revisão de vida, atividades pastorais missionárias, dentre outros.   VAGAS: Vagas limitadas: 80 participantes   INVESTIMENTO: Hospedagem e inscrição: R$ 5.000,00 Estão inclusas as despesas do Curso e Hospedagem. Forma de pagamento: Primeira parcela: R$ 2.000,00 (no ato da inscrição – boleto bancário); Segunda parcela: R$ 1.500,00 (até 30 de novembro – depósito bancário) Terceira parcela: R$ 1.500,00 (até 30 de dezembro – depósito bancário) Conta Bancária para Depósito: Conferência Nacional dos Bispos do Brasil Caixa Econômica Federal Agência: 2220 CC: 078-3 Operação: 003 Encaminhar comprovante de Depósito Bancário para: svm@cnbb.org.br  ...
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Campanha da Fraternidade 2015....
Com o tema “Fraternidade: Igreja e Sociedade” e lema “Eu vim para servir” (cf. Mc 10, 45), a  Campanha da Fraternidade (CF) 2015 buscará recordar a vocação e missão de todo o cristão e das comunidades de fé, a partir do diálogo e colaboração entre Igreja e Sociedade, propostos pelo Concílio Ecumênico Vaticano II. O texto base utilizado para auxiliar nas atividades da CF 2015 já está disponível nas Edições CNBB. O documento reflete a dimensão da vida em sociedade que se baseia na convivência coletiva, com leis e normas de condutas, organizada por critérios e, principalmente, com entidades que “cuidam do bem-estar daqueles que convivem”. Na apresentação do texto, o bispo auxiliar de Brasília (DF) e secretário geral da CNBB, dom Leonardo Ulrich Steiner, explica que a Campanha da Fraternidade 2015 convida a refletir, meditar e rezar a relação entre Igreja e sociedade. “Será uma oportunidade de retomarmos os ensinamentos do Concílio Vaticano II. Ensinamentos que nos levam a ser uma Igreja atuante, participativa, consoladora, misericordiosa, samaritana. Sabemos que todas as pessoas que formam a sociedade são filhos e filhas de Deus. Por isso, os cristãos trabalham para que as estruturas, as normas, a organização da sociedade estejam a serviço de todos”, comenta dom Leonardo. Proposta do subsídio O texto base está organizado em quatro partes. No primeiro capítulo são apresentadas reflexões sobre “Histórico das relações Igreja e Sociedade no Brasil”, “A sociedade brasileira atual e seus desafios”, “O serviço da Igreja à sociedade brasileira” e “Igreja – Sociedade: convergência e divergências”. Na segunda parte é aprofundada a relação Igreja e Sociedade à luz da palavra de Deus,  à luz do magistério da Igreja e à luz da doutrina social. Já o terceiro capítulo debate uma visão social a partir do serviço, diálogo e cooperação entre Igreja e sociedade, além de refletir sobre “Dignidade humana, bem comum e justiça social” e “O serviço da Igreja à sociedade”. Nesta parte, o texto aponta  sugestões pastorais para a vivência da Campanha da Fraternidade nas dioceses, paróquias e comunidades. O último capítulo do texto base apresenta os resultados da CF 2014, os projetos atendidos por região, prestação de contas do Fundo Nacional de Solidariedade de 2013 (FNS) e as contribuições enviadas pelas dioceses, além de histórico das últimas Campanhas e temas discutidos nos anos anteriores. Adquira o texto base da CF 2015: www.edicoescnbb.com.br ou (61) 2193.3019...
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